
Açude Grande, grande e belo...
Encanta a quem em suas margens passa
encanta, deslumbra cheio de eterna graça
da garça que passa a bater suas asas
de olho em algum cará
sobre o espelho d'água
como em um duelo
singelo;
porém pede socorro
aquele que outrora matou a sede
do campomaiorense...
Encanta a quem em suas margens passa
encanta, deslumbra cheio de eterna graça
da garça que passa a bater suas asas
de olho em algum cará
sobre o espelho d'água
como em um duelo
singelo;
porém pede socorro
aquele que outrora matou a sede
do campomaiorense...
O açude, foi uma aguada que até o final dos anos 6o matava a sede principalmente, das famílias pobres de Campo Maior. Apanhavam esse liquido vital, nas cacimbas que ficavam em suas margens. Teve sua construção nas mãos do engenheiro e grande proprietário rural Jacob Manoel de Almendra, assim como tambem José Nunes Bona Primo que fez reparos em seus paredões com recursos federais provindos dos últimos repasses antes da queda da monarquia no Brasil.