fffffff Poucos casarões, em Campo Maior, preservam ainda seus traços arquitetonicos originais. Casas que abrigaram no passado ricos latifundiários, as mais altas patentes da guarda nacional, coronéis de patente comprada habitaram nesses casarões, ricos fazendeiros membros de uma sociedade eriquecida com o ciclo do gado Vacum no período colonial e início do republicano(século XIX perdurando até meados do XX) depois com outra riqueza impulcionada com cera da carnaúba.
A maioria dos casarões ficam no entorno da praça e da Igreja Matriz de Santo Antonio formando um quadrângulo, perfazendo um traçado exigido pela real corôa lusa no periodo colonial brasileiro. No Piauí, essa exigência, se deu por ocasião da criação das vilas em 1762, uma forma da metrópole instaurar no Piauí o Estado políctico-administrativo.
Na arquitetura, muitas casas do centro histórico de Campo Maior, possuem um estilo eclético bem tipico do século XIX, que em suas fachadas possuem portas e janelas em arcos ogivais, suas paredes são grossas onde as mais antigas são erguidas com pedras "Cabeça-de-Jacaré" (muito comum em Campo Maior) do alicerce até a altura do této, o telhado de argila semi-crua e grossa é sustentada por cumieiras, caibros e ripas tirados do tronco da palmeira chamada de Carnaúba, sendo este teto, que em quase sua maioria, possui três quedas d'água. Pé direito da residencia é bastante alto e seus compartimentos internos são separados por paredes que não chegam até o teto (para a circulação de ar) e este sustentado por colunas que, em sua maioria, possuem internamente forquilhas de aroeiras.
O piso, em alguns casarões, ainda preservam o original que são lajotas feitas de argilas conhecidas nessa região por ladrilhos. Nessas extruturas arquitetônicas das casas, tanto urbanas quanto rurais, são modelos paulista construidos por portugueses e adaptadas ao clima quente do sertão piauiense.
A maioria dos casarões ficam no entorno da praça e da Igreja Matriz de Santo Antonio formando um quadrângulo, perfazendo um traçado exigido pela real corôa lusa no periodo colonial brasileiro. No Piauí, essa exigência, se deu por ocasião da criação das vilas em 1762, uma forma da metrópole instaurar no Piauí o Estado políctico-administrativo.
Na arquitetura, muitas casas do centro histórico de Campo Maior, possuem um estilo eclético bem tipico do século XIX, que em suas fachadas possuem portas e janelas em arcos ogivais, suas paredes são grossas onde as mais antigas são erguidas com pedras "Cabeça-de-Jacaré" (muito comum em Campo Maior) do alicerce até a altura do této, o telhado de argila semi-crua e grossa é sustentada por cumieiras, caibros e ripas tirados do tronco da palmeira chamada de Carnaúba, sendo este teto, que em quase sua maioria, possui três quedas d'água. Pé direito da residencia é bastante alto e seus compartimentos internos são separados por paredes que não chegam até o teto (para a circulação de ar) e este sustentado por colunas que, em sua maioria, possuem internamente forquilhas de aroeiras.
O piso, em alguns casarões, ainda preservam o original que são lajotas feitas de argilas conhecidas nessa região por ladrilhos. Nessas extruturas arquitetônicas das casas, tanto urbanas quanto rurais, são modelos paulista construidos por portugueses e adaptadas ao clima quente do sertão piauiense.
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